Não sei se sabem, até porque isto é de uma relevância extrema, mas o Spider-Man foi morto pelo Green Goblin na última edição do comic do universo Ultimate.
Foi uma decisão controversa, mas não se sabe se será definitiva.
Entretanto, uma mente brilhante qualquer resolveu dar uma lavagem facial e cultural ao nosso amigo aranhiço.
Pois então, o novo Spider-Man (do Ultimate) agora é meio negro, meio latino, dos subúrbios e chama-se Miles Morales. E, não estou a inventar, coloca-se a hipótese de ele vir a revelar a sua homossexualidade mais à frente.
Epá...
Como já li algures, "This new guy should go by "Spider Person", so to appeal to the gender neutral types too."
Como é óbvio, todos os que discordam com esta decisão, estão a ser apelidados de racistas ou limitados ou uáréver. Eu, pessoalmente, estou-me a cagar para isto tudo, apenas acho engraçado.
Mas não deixa de ser giro que, por exemplo o Nick Fury (mais uma personagem da Marvel que tem aparecido no fim de filmes como IronMan e Thor), seja originalmente um soldado branco, mas que vai ser representado no cinema pelo Samuel L. Jackson.
Por outro lado, gostava de ver se fizessem um novo Blade, mas com o Brad Pitt como o famoso caçador de vampiros. Caía tudo em cima dos produtores, aqueles racistas!
Mas se o novo Batman for o Will Smith, ah, é pela diversidade cultural, deixem de ser racistas.
O que me enerva é mesmo toda a hipocrisia e necessidade de ser politicamente correcto por parte da Marvel e, ultimamente, por parte da indústria cinematográfica americana.
Não mexam no que está bom. Inovem.















0 comments e tal:
Enviar um comentário