Na sequência deste post, que inclui possivelmente a adivinha mais parva da história, decidi premiar a pessoa que teve a mente distorciada o suficiente para acertar na dita.
Premiar, como quem diz. É mais um castigo.
Ora quem acertou foi o João, do Coisas que me lembro. Como podem ver, o jovem também não bate muito bem da tola!
Pois pedi-lhe eu que elaborasse um pequeno texto, sobre o que ele quisesse, que eu publicava. Isto é um tributo à sua sagacidade e também me poupa o tempo e trabalho de inventar algo para escrever. Funciona para os dois lados, salv'seja.
Cá vái:

Olá, o meu nome é João e já não consumo há uma semana...ah, esperem não é isto...
Ora, um dia destes, há uns tempos vá, fui eu ao barbeiro, cortar o cabelo. Até aqui tudo normal, a não ser que eu fosse careca.
Então, a conversa poderia ser sobre a final da Taça da Liga, as futuras transferências do mercado de Verão ou mesmo qual o próximo jogador a se lesionar, mas não...
Os caros clientes do estabelecimento estavam a conversar sobre um rapaz que se tinha suicidado, tendo o assunto chegado à parte em que hoje em dia os filhos não respeitam os pais, as mulheres batem nos maridos, não gostam de trabalhar, querem é estar em casa esvaqueiradas no sofá e afins.
E um desses senhores, num dia de verão, no longínquo ano de 1955, com 11 anos de idade, chegou a casa e disse: "Vou trabalhar!". E assim foi.
Tudo isto derivou de onde?
Um deles disse que foi a Sete-Rios comprar um pisca para o retrovisor do carro do genro.
Mais importante que tudo isto, o que estava a dar na televisão do estaminé?
Um resumo de um jogo da jornada passada? Formula 1? Programas de culinária?
Não. O programa do Goucha e da sirene.
E isso fez-me lembrar de um assunto que pode ser bastante polémico em Samora Correia.
A instrução que os trabalhadores das fábricas têm.
Nomeadamente a nível da matemática.
Senão vejamos: um dia destes estava eu muito contente a ir buscar um pacote de bolachas para matar o rato que tinha no estômago (sim, também pensei em 605 forte, mas tinha gasto o resto na sopa do dia anterior), quando reparo que esse pacote vinha com 9 bolachas mais um fragmento de outra.
O meu progenitor foi também buscar um pacote dessas mesmas bolachas, quando reparo que o seu pacote tinha 8 bolachas, sendo que uma delas era a que tinha falta do outro fragmento.
Portanto, se não se começa a apostar a educação dos chineses de 3 meses que andam a embalar bolachas, não sei onde este mundo irá parar.
Deixo-vos com um pensamento profundo:
"Há sempre um espaço entre nós...e a cabeça"
É isto. Se não gostares coloca-me um embrulho com uma carga de C4 à porta de casa :D
Abraços
Hã! O João tem claramente problemas ou não? Pois é óbvio!
cumps














6 comments e tal:
Se tem problemas ,nao sei,mas pancada, sem dúvida.Mas nao temos todos? :D
beijos
Mafioso...
Nuninho!! não estás esquecido!
realmente há que tempos que eu nem vinha aqui... é o que dá ter reduzido para menos de metade a minha lista de blogs no google reader (principalmente os que postam mais :p)... não tinha tempo para ler tudo! e como sou obsessiva nisso, pronto, tive de fazer uma escolha. não só, entretanto mesmo as visitas à minha lista de blogs deixaram de existir...
comentário a este post: bom, olha só que dois se juntaram na minha "ausência"!! descalabro total.
Brilhante. As coisas que ele (vocês) se lembra(m). Como por exemplo agora, passou uma colega minha, cheira bem e só me apetece... coiso.
loollol as coisas que ele foi gostar.
Se não tivesse lido que era do Joao, pensava que era teu, porque o estilo e as parvoíces são as mesmas ;p
Lololol
Oh João, eu nem sei como comentar o teu texto...
Eu não queria, mas acho que vou ter de concordar com o Nuno.. you have issues Boy... BIGGGG issues... lololol
;)
Deixa lá, gostamos de ti à mesma :)
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